Pode entrar, não repare a bagunça.

Há décadas as revistas de arquitetura e decoração entram em casas para mostrar a obra de arquitetos, o bom gosto dos decoradores e o como vivem as pessoas de acordo com sua própria linha editorial.

Em tempos de internet surgiram inúmeros novos buracos de fechadura, que nos deixam espiar outras maneiras de viver. E um lugar que gostamos muito de “dar uma espiada” (obrigada, Pedro Bial, por fazer perder a graça nessa gracinha) é o blog não repare a bagunça da fotógrafa Mariana Alves.

Para entender um pouco mais sobre o projeto dela, conversamos com ela por e-mail, que só me fez me encantar ainda mais pelo seu trabalho. Olha só (mas não repara a bagunça):

Por que você criou o “não repare a bagunça”?

O projeto começou diante da minha curiosidade de conhecer um pouco de que forma as pessoas vivem e de que maneira isso se reflete na sua casa, de como as pessoas colocam a sua personalidade no lugar em que moram ou trabalham.

não repare a bagunça

O que mudou da primeira casa que você fotografou pra hoje?
Eu acho que eu absorvi um pouco de cada lugar e de cada pessoa que eu conheci. Acho uma experiência muito incrível você visitar esse lugar tão íntimo e rico. Não sei te dizer claramente o que mudou, mas cada experiência de conhecer espaços novos é enriquecedora.
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Lixo que não é lixo – upcycle e criatividade

Aqui no casa mimimi acreditamos que a criatividade e a inspiração são fatores  importantes  para que o mundo seja mais sustentável. Todas as pessoas podem olhar um objeto e criar algo mais útil e bonito para que 1) não precisem comprar o que não tem necessidade e 2) não joguem fora o que ainda pode ser utilizado.

Na decoração esse processo de  dar uma nova utilidade a objetos que iriam parar no lixo,tem o nome de upcycle. (A Ana Maria chamaria de artesanato “Menina, olha o que você pode fazer reutilizando o que você tem em casa e ainda pode ganhar um dinheirinho”).

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Casas mimimis em Joinville

Joinville é uma cidade de vários apelidos e uma característica importante: seu clima úmido e caliente. A cidade é conhecida como “Manchester Catarinense”, “Cidade das Flores”, “Cidade dos Príncipes”, “Cidade das Bicicletas”, “Cidade da Dança” , mas, a melhor definição segundo amigos, uma cidade “abençoada por Deus e climatizada pelo capeta”.

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Casinhas de Joinville, veja o instagram do site!

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Casas mimimis em Curitiba

Algumas das premissas pra identificar uma casa mimimi são a dedicação, a criatividade, os cuidados e o tempo que o morador investiu em seu lar. Percebe-se esses cuidados antes mesmo de atravessar o portão.

Em 2014, comecei a perceber o quanto grama e flores estão sumindo das frentes das casas de Joinville e Curitiba, duas cidades em que morei nesse ano, dando lugar a cimento, portões mais altos, cerca elétrica e vários elementos que enfeiam a rua e que isolam os moradores da vizinhança.

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foto 1. Azul, branco e muitas flores. foto 2. A casa amarela em Curitiba.

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Olá, tudo bem?

Ando tão entusiasmada com a casa mimimi no pinterest e no instagram que estamos abrindo os trabalhos na sua versão ampliada.

Desde já agradeço a sua visita e conto que por aqui iremos falar de casinhas, projetos inspiradores, jardins e hortas e o que mais couber no mimimi.

E fique tranquila(o), entendemos o mimimi como um contraponto às atitudes mimimis que existem por aí. O outro lado da moeda, um  gritinho de otimismo  para alegrar a vida ou uma construção do coração para viver em um mundo melhor.

vamos que podemos